sexta-feira, 11 de julho de 2008

Moçambique Celebrando a Unidade na Diversidade Cultural

Por Jeremias Vunjanhe, ECA/UEM

A cidade de Xai-xai (província de Gaza) no sul de Moçambique acolhe, apartir desta manhã, a cerimónia de abertura do 5o Festival Nacional de Cultura. O evento, a ser orientado pelo presidente da Repúbilca de Moçambique, Armando Guebuza, decorre sob o lema “Cultura Moçambicana, Orgulho Nacional” e reúne mais de 1500 pessosas de todo País não só. O mesmo vai até ao próximo dia 18 deste mês.

O festival nacional de Cultura visa, fundamentalmente, promover as diversas expressões culturais e artísticas de que Moçambique é, marcadamente, caraterístico. Segundo o vice-ministro da educação e cultura Luís Covane “é um comando constitucional que Moçambique promova a dimensão multicultural e linguística das comunidades moçambicanas como forma de manter o intercâmbio do vasto e complexo mosáico cultural que o País ostenta”.

A música, dança, teatro, cinema, humor, artes plásticas, gastronomia, moda são algumas das várias expressões culturais que serão apresentadas naquela que se pretende que seja a maior festa genuinamente moçambicana de exaltação da cultura e identidade nacional.

O evento é visto também como sendo uma oportunidade de reflexão e pesquisa com vista a introdução no País da componente investigação cultural . A ideia é, de acordo com Luís Covane, intorduzir no sistema nacional de educação e particularmente nas escolas, a pesquisa das nossas tradições e valores e, fazê-las conhecer pelo País e pelo mundo fora.

Nesse sentido e Segundo Covane, as escolas devem ser os novos pólos de desenvolvimento cultural.

Esta solenidade acontece um mês depois da realização no País do 1o Congresso Brasil-Moçambique: Digitalização, democracia e Diversidadda, da iniciativa das Universidades do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) do Brasil e Eduardo Mondlane de Moçambique(UEM) sob a chancela da Escola de Comunicação e Artes. Na altura debatera-se assuntos ligados a comunicação e convergência tecnológica, políticas de comunicação e indústrias culturais, no contexto do capitalismo contemporâneo.