segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Google é o veículo mais admirado da internet

Redação AdNews

A 11ª edição da pesquisa anual que revela quais são os veículos mais admirados, realizada pela Troiano de Branding em parceria com o Meio & Mensagem, apontou que, na categoria internet, o Google lidera a lista. O estudo contempla o Índice de Prestígio da Marca (IPM) dos principais veículos de comunicação do País a partir dos dados da Qualibest junto aos assinantes e internautas cadastrados no Meio & Mensagem.
Confira a lista de resultados:

TV Aberta
1º) Globo
2º) Record
3º) Cultura
4º) Bandeirantes
5º) MTV
6º) CNT
7º) SBT
8º) Record News
9º) RedeTV
10º) Gazeta

Jornal
1º) O Estado de S.Paulo
2º) Folha de S.Paulo
3º) Valor Econômico
4º) O Globo
5º) Correio Brasiliense
6º) Zero Hora
7º) Estado de Minas
8º) Brasil Econômico
9º) Jornal da Tarde
10º) Diário de S.Paulo

Revista
1º) Veja
2º) Exame
3º) Época
4º) Carta Capital
5º) IstoÉ
6º) Você S/A
7º) Piauí
8º) Dinheiro
9º) Época Negócios
10º) InfoExame

Rádio
1º) CBN
2º) Eldorado AM/FM
3º) Band News
4º) Jovem Pan AM/FM
5º) Bandeirantes
6º) Itatiaia
7º) Gaúcha
8º) Rádio Globo Brasil
9º) 91 Rock
10º) Nativa

TV por Assinatura
1º) GNT
2º) Discovery
3º) Globo News
4º) SporTV
5º) Warner Channel
6º) Multishow
7º) Sony
8º) AXN
9º) Fox
10º) HBO

Internet
1º) Google
2º) UOL
3º) Terra
4º) Globo.com
5º) MSN
6º) Ig
7º) Yahoo
8º) Abril.com
9º) Estadão.com
10º) Lancenet

Fonte: AdNews

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Lula diz que Dilma deve modernizar regulação da mídia

Readação Telesíntese

Em entrevista a rádios comunitárias, Presidente prevê que o Ministério das Comunicações, fortalecido, comandará debates.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a regulação da mídia deve acontecer no governo da presidente eleita Dilma Rousseff “porque a legislação, de 1962, está muito atrasada’. Em entrevista a oito rádios comunitárias nesta quinta-feira (2), o presidente disse que o Ministério das Comunicações será fortalecido para cumprir a missão de conduzir as discussões do marco regulatório.

“Pode ficar certo que Dilma sabe o que tem de fazer para o Ministério das Comunicações ter um papel mais importante do que o que teve no meu governo, exatamente por causa do marco regulatório”, afirmou, ao destacar que ela é favorável à nova regulação da comunicação no Brasil. “Dilma não veio de onde eu vim, mas ela vai para onde eu vou. É uma mulher de cabeça boa, arejada, que vai fazer coisas extraordinárias”, disse.

O presidente Lula reafirmou que a discussão sobre o novo marco regulatório dos meios de comunicação não é uma forma de impor censura à imprensa. Ele disse que, muitas vezes, os meios de comunicação confundem críticas com cerceamento.
“Há uma briga histórica. Os meios de comunicação confundiram isso, como se fosse um cerceamento da liberdade de imprensa. A coisa mais pobre que eu acho é alguém achar que não pode receber críticas, que é intocável”, disse ao acrescentar que nunca pediu para a imprensa “falar bem” dele. “Só quero que falem a verdade, aquilo que aconteceu”, completou.

A proposta de revisão do marco regulatório das comunicações digitais está sendo elaborada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República. A expectativa é de que ela seja entregue à presidente eleita ainda este ano. Segundo Lula, essa deverá ser a prioridade do novo Ministério de Comunicações de sua sucessora.

Fonte: Telesíntese

Há três anos no ar, TV digital soma avanços e problemas

Por Lúcia Berbert

Imagens de alta definição já são transmitidas em 49 cidades, que congregam 40% da população. Porém conversor barato e interatividade ficam devendo.

As transmissões da TV digital no Brasil completam três anos nesta quinta-feira (2) com avanços significativos, mas ainda restam problemas a serem equacionados para que mais brasileiros tenham acesso às imagens em alta definição da TV aberta e aos benefícios da interatividade. Atualmente, o sinal digital está presente em 48 cidades do país, além de Brasília, com mais de 220 canais digitais outorgados, atingindo uma população de 75 milhões de pessoas ou 40% do total dos brasileiros.

O sistema Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial, tecnicamente conhecido como ISDB-TB, criado pelo Japão e aperfeiçoado no Brasil, já está presente em mais nove países - Argentina, Chile, Venezuela, Bolívia, Costa Rica, Paraguai, Peru, Equador e Filipinas -, com público potencial de 550 milhões de pessoas. Outros países da América Latina, América Central e África estudam a adesão ao padrão, que traz vantagens sobre os outros em funcionamento no mundo, entre eles, a mobilidade, portabilidade e a interatividade.

Por meio do middleware Ginga, criado no país, o padrão nipo-brasileiro oferece possibilidades ilimitadas de interatividade ao telespectador, empresas e ao governo, como obtenção de informações sobre o programa que está assistindo, usando apenas o controle remoto. Ou ainda comprar produtos anunciados, realizar operações bancárias ou ainda marcar consulta médica em hospital público. Porém, o Ginga não está presente na maioria dos conversores vendidos. Os radiodifusores também não encontraram um modelo de negócio que justifique investimentos em aplicativos para esse fim. E, o mais importante, ainda não há uma definição sobre o canal de retorno que dará suporte à interatividade.

A pouca oferta de conversores baratos é outro entrave para expansão da TV digital no Brasil. O governo vem tentando incentivar a produção do equipamento a preço mais barato do que o ofertado no mercado, de no mínimo R$ 250, mas encontra dificuldades em reverter a decisão da indústria, que preferiu investir em televisores já com o conversor embarcado, mas com preço ainda muito alto para o padrão de renda nacional.

Por causa desses entraves, a comercialização de conversores não passará de oito milhões de unidades vendidas até o final deste ano, conforme informação do Fórum Brasileiro da TV Digital, aí incluindo os embarcados em televisores, celulares e notebooks. Países da América Latina que aderiram ao ISDB-TB, como a Argentina, resolveram subsidiar o conversor para a população de baixa renda, obtendo mais penetração que no Brasil.

Outra preocupação é com a interiorização do padrão digital, que hoje só está presente nas capitais e nos grandes centros. A Anatel promete concluir os estudos de canalização até junho de 2011. No início de novembro haviam sido concluídos os estudos de canalização para o Distrito Federal, São Paulo, Regiões Metropolitanas, Sul de Minas, Triângulo Mineiro e Juiz de Fora.

O financiamento para que as mais de 10 mil retransmissoras de TV existentes no país adquiram os equipamentos necessários para levar o canal digital é outro quebra cabeça. Apesar de crédito específico oferecido pelo BNDES, a maioria dessas empresas, que possui estrutura familiar, não consegue apresentar a documentação necessária para fazer jus ao financiamento. Esse problema, preveem especialistas, pode atrasar o desligamento da TV analógica, marcado para 2016.

Fonte: Telesíntese

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

WikiLeaks revela espionagem dos EUA sobre a ONU e segredos do Irã

Redação Estadão

SÃO PAULO - O site WikiLeaks divulgou nestes domingo e segunda-feira, 28 e 29, mais de 250 mil documentos diplomáticos secretos dos EUA enviados para mais de 250 embaixadas e consulados americanos em todo o mundo, revelando iniciativas e bastidores polêmicos sobre a política externa de Washington e segredos de outros países.

Os documentos, divulgados pelos jornais The New York Times (EUA), The Guardian (Reino Unido), Le Monde (França), El País (Espanha) e pela revista Der Spiegel (Alemanha), fazem parte do maior vazamento de material diplomático da história e colocam Washington em uma situação delicada. Veja detalhes de quais informações são reveladas e sobre quais nações. Os documentos referentes ao Brasil podem ser acessados neste link.

EUA - Os papéis mostram que a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, mandou diplomatas espionarem a liderança da Organização das Nações Unidas (ONU). Entre os alvos estão o secretário-geral da entidade, Ban Ki-moon e representantes de Reino Unido, França, China e Rússia, países com assento permanente do Conselho de Segurança.

Segundo os documentos vazados pelo WikiLeaks, Hillary ordenou que especialistas elaborassem relatórios com detalhes sobre os sistemas de comunicação utilizados pelos principais diplomatas da ONU, incluindo senhas e códigos de segurança usados em redes privadas e comerciais para as contatos oficiais da entidade.

O material vazado ainda revela que diplomatas americanos pressionaram outros países para receber os detidos da prisão em Cuba, e para isso estabeleceram "negociações". Para a Eslovênia, por exemplo, disseram que as lideranças do país só teriam receberiam uma visita do presidente Barack Obama se recebessem um prisioneiro. Para a Bélgica, receber um prisioneiro seria uma "via de baixo custo para obter maior proeminência na Europa".

Irã - Outro ponto citados nos documentos são os repetidos pedidos do rei Abdullah, da Arábia Saudita, às lideranças americanas que atacassem o Irã para acabar com o programa nuclear do país persa.

Os documentos revelam que vários países árabes pressionaram os EUA para um ataque contra as instalações nucleares iranianas e expõem os bastidores das tensões sobre o programa de enriquecimento de urânio mantido pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad. As mensagens teriam sido enviadas para embaixadas americanas para todo o Oriente Médio.

A República Islâmica ainda é acusada de ajudar o grupo militante libanês Hezbollah ao usar ambulâncias da organização do Crescente Vermelho para enviar armas aos rebeldes. Além disso, um documento afirma que o supremo líder iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, está com câncer e em estado terminal

O WikiLeaks também revelou que o Irã obteve um sofisticado sistema de mísseis capaz de atingir o oeste da Europa graças à ajuda da Coreia do Norte. Os foguetes são muito mais poderosos do que qualquer arma publicamente conhecida do arsenal iraniano. Desde 2006 especula-se que a Coreia do Norte poderia vender ao Irã os armamentos.

O míssil pode levar material nuclear explosivo. Embora os especialistas acreditem que o Irã ainda não tenha tecnologia o suficiente para produzir material nuclear com finalidades bélicas, especula-se que esse seja o objetivo do programa atômico iraniano.

Ainda segundo o WikiLeaks, os inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) receberam das autoridades iranianas plantas apenas parciais das obras da usina de secreta de Qom. A atitude elevou ainda mais as suspeitas de que o complexo deva ser usado pelo Irã para a produção de armas nucleares.

Os documentos também revelam que embaixadores da União Europeia concordaram em boicotar a posse de Mahmoud Ahmadinejad como presidente do Irã. Os diplomatas mantiveram a decisão em segredo. Os europeus se viram em uma situação dupla - precisavam mostrar que não apoiavam as controversas eleições iranianas, mas tinham de reconhecer que o poder estava nas mãos de Ahmadinejad e do supremo aiatolá Ali Khamenei.

Gaza - De acordo com o material revelado, o Egito e o Fatah, partido palestino que controla a Cisjordânia, sabiam dos ataques de Israel contra o Hamas em Gaza antes da guerra começar, em 2008.

Os documentos mostram que o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse a uma equipe do governo "ter consultado o Egito e o Fatah antes dos ataques, perguntando se eles desejariam assumir o controle da Faixa de Gaza uma vez que o Hamas fosse derrotado". Ambas as partes rejeitaram a oferta.

Síria - Nos documentos, diplomatas americanos descrevem os esforços falhos dos EUA em prevenir a Síria de fornecer armas para o grupo militante Hezbollah, atuante no sul do Líbano, que ampliou seu arsenal significativamente desde a guerra de 2006 com Israel. Uma semana depois de Bashar al-Assad, presidente sírio, prometer não enviar mais armas para os militantes, os EUA reclamaram de que a Síria continuava a armar os rebeldes.

Paquistão - Os cabos mostram a preocupação dos EUA com a presença de material radioativo em usinas nucleares do Paquistão, que Washington temia ser usado em ataques terroristas. As comunicações revelam que, desde 2007, os EUA vinham tentando remover urânio altamente enriquecido de um reator usado para pesquisas no Paquistão.

Em um cabo emitido em 2009, a embaixadora dos EUA no Paquistão, Anne W. Patterson, diz que o país se recusa a aceitar uma visita de especialistas dos EUA. Segundo ela, autoridades do Paquistão disseram que uma visita seria vista pelos paquistaneses como "se os EUA estivessem tomando as armas nucleares do Paquistão".

China - Os documentos revelam preocupação sobre o suposto uso em grande escala, pelo governo chinês, de técnicas de infiltração e sabotagem cibernética. Alguns dos cabos diplomáticos afirmam que uma rede de hackers e especialistas em segurança foram contratados pela China a partir de 2002, e que essa rede conseguiu acesso a computadores do governo e de empresas dos EUA, além de aliados ocidentais e do dalai-lama.

Os cabos citam um contato chinês que disse à embaixada dos EUA em Pequim que o governo chinês estaria por trás da infiltração do sistema de computadores do Google no país em janeiro.

Coreia do Sul - Autoridades dos EUA e da Coréia do Sul discutiram planos para se formar uma Coreia unificada, no caso de colapso do regime da Coreia do Norte. O embaixador dos EUA em Seul afirma na comunicação que a Coreia do Sul considerava oferecer incentivos comerciais à China para "ajudar a mitigar" as "preocupações da China sobre o convívio com uma Coreia reunificada".

O WikiLeaks é um site que se dedica a revelar documentos militares secretos dos EUA e de outros países. Neste ano, o site divulgou cerca de 400 mil documentos secretos sobre a guerra do Iraque. Antes disso, o WikiLeaks já havia divulgado 90 mil relatórios confidenciais sobre abusos cometidos no Afeganistão. O site promete mais vazamentos nos próximos dias.

Fonte: Estadão

Google é acusada de prática de truste na União Europeia

Por Leonardo Carvalho

Empresas alegam que o buscador usa sua posição no mercado para rebaixar competidores nos resultados de pesquisas

Alegações de que a Google estaria abusando do seu domínio no setor de buscas online na Europa levaram autoridades antitruste do continente a abrir investigações formais contra a empresa nesta terça-feira, 30 de novembro.

Empresas como a EJustice.fr, Founden.co.uk e a Ciao - serviço de comparação de preços da Microsoft no continente – acusam a gigante de usar seus algoritmos para colocar resultados dessas empresas (e outras empresas com resultados não-pagos) em posições mais baixas no ranking de resultados de pesquisas.

Trocando em miúdos: as empresas alegam que, se você estiver fazendo uma busca, as empresas que não são competidoras diretas da Google aparecerão nas primeiras posições do resultado da busca.

Em fevereiro deste ano, a própria Google disse que o site de comparação de preços Foundem e o buscador jurídico francês EJustice tinham alegado que seu algoritmo de busca rebaixou seus sites na página de resultados de pesquisa porque eles eram rivais.

“A Comissão irá investigar se o Google está abusando de sua posição privilegiada no mercado” disse um executivo da União Europeia.

Além disso, a Comissão também irá investigar alegações de que a empresa tem forçado exclusividade para parceiros, impedindo que eles publiquem publicidade de empresas competidoras.

Tudo isso está ainda no campo das alegações e é preciso lembrar que qualquer conclusão sobre o assunto depende de investigações no intrincado algoritmo de buscas da Google.

Fonte: MSN