Mostrando postagens com marcador 3G. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 3G. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de julho de 2011

3G Brasil: Oi não investe no 1º semestre. 4022 municípios seguem sem o serviço

Ana Paula Lobo

Vivo e TIM foram as operadoras que mais investiram na ampliação da cobertura da rede 3G nos primeiros seis meses de 2011. A Claro pouco cresceu sua rede ( 411 localidades) e a Oi manteve os dados de 2010, ficando em apenas 211 municípios, a menor cobertura das quatro grandes teles. Levantamento mostra ainda que apenas 109 municípios brasileiros têm competição efetiva em 3G.

Os dados, divulgados pelo portal Teleco, apuram que a Vivo, no primeiro semestre de 2011 chegou a 1448 municípios - em dezembro de 2010 tinha 1206. Houve expansão de rede para 242 novos localidades. Apesar de ser a maior rede do país, a Vivo reduziu bastante o seu ritmo pós-aquisição pela Telefónica. Em 2010, a empresa praticamente dobrou a sua capacidade de cobertura - de 579 localidades, em 2009, para 1206, no ano passado.

A TIM desponta na segunda posição na expansão de rede 3G. A operadora passou de 195 municípios, em dezembro de 2010, para 250, no primeiro semestre de 2011 - acrescentando 55 novas localidades à sua rede. Mas ainda é superada pela Claro - que'congelou' a expansão da infraestrutura em 2009 e desde então está estagnada na sua rede - passando de 389 localidades, em dezembro de 2009, para 402, em 2010, e 411 ao final dos primeiros seis meses de 2011.

A Oi tem, segundo os dados do estudo, o pior desempenho entre as quatro teles. A empresa - que tinha prometido investir mais em 3G ao longo de 2011 - pelo menos de acordo com os dados do Teleco, nos primeiros seis meses não cresceu a sua rede - mantendo os 211 municípios cobertos, registrados no final de 2010, sendo superada por todas as suas rivais.

O levantamento do Teleco mostra ainda que há, sim, uma concentração de serviços 3G apenas nos municípios de maior renda econômica. O portal sustenta que 4022 localidades do país seguem sem o serviço - ou 24,3% da população brasileira (46.364.483) Em 1094 municípios - 17.3% - há a presença de uma única operadora - o que significa ausência de competição. Em 202 municípios - 8,1% - há a presença de duas operadoras.

A competição se concentra em 109 municípios - com cinco operadoras. São 2% da cobertura nacional, mas que mobilizam mais de 72 milhões de brasileiros. Apenas nessas localidades - as mais abastadas do país - é que há uma disputa efetiva na oferta 3G. No total, de acordo com os dados do Teleco, hoje, há cobertura 3G em 1543 dos 5560 municípios brasileiros.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Anatel conclui análise interna e edital de 2,5 GHz chega à procuradoria

Por Observatório do direito à comunicação

Já foi concluída a consulta interna da proposta de edital para a faixa de 2,5 GHz e o texto sugerido pela área técnica já está com a procuradoria jurídica da agência. Depois dessa análise, a proposta segue ao conselho diretor para publicação da consulta pública.


Em abril (ver links relacionados abaixo), este noticiário adiantou os principais pontos defendidos pela área técnica em relação ao edital. Entre eles, estavam a obrigação de atendimento na faixa de 2,5 GHz de todos os municípios com mais de 30 mil habitantes em até 60 meses e o atendimento de 100% dos municípios com 3G. Além disso, a área técnica estabelecia contrapartidas para compra de equipamentos nacionais, um teto de 60 MHz na aquisição do espectro entre outras. Muitos dos condicionantes são similares aos que foram colocados no edital para a faixa de 3,5 GHz.

Conselheiros da agência já manifestaram a intenção de antecipar o leilão da faixa de 2,5 GHz para o começo de 2012. Esse item é um dos 10 pontos prioritários combinados com o Ministério das Comunicações.

Fonte: Observatório do direito à comunicação

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Acesso à banda larga ultrapassa 40 milhões em abril, diz associação

Por Rafael Bitencourt

BRASÍLIA – Os terminais com acesso à internet banda larga no país atingiram 40,9 milhões em abril, segundo informações da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). De acordo com a entidade, houve uma adição de 14,2 milhões de novos clientes nos últimos 12 meses, o que representa uma evolução de 53,2%.

O levantamento do Telebrasil considera não apenas o acesso à banda larga fixa e móvel, com modem sem fio. A associação também inclui na conta da internet de alta velocidade todos os celulares de terceira geração (3G) que, além de estabelecerem a comunicação por voz, permite o tráfego de dados.

Em abril, a banda larga pelas redes fixas totalizou 15,3 milhões, o que corresponde um aumento de 24,7% em relação ao mesmo mês de 2010 (12,3 milhões). Na banda larga móvel, o crescimento foi de 77,4% no mesmo período, sendo que o número de modems de acesso pela rede móvel subiu de 5,2 milhões para 6,4 milhões (23%) e o de celulares 3G passou de 9,2 milhões para 19,1 milhões (107%).

A associação ressalta que houve também uma expansão na velocidade das conexões no Brasil. Entre 2008 e 2010, os dados baseados em estudo da consultoria Teleco mostram que a velocidade média dos acessos em banda larga fixa aumentou 70%, passando de 1 megabit por segundo (Mbps) para 1,7 Mpbs.

O Telebrasil informou que, de 2008 a 2010, o preço dos acessos fixos caiu 64%, mais do que o percentual de 52% que corresponde à média mundial registrada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT). Neste período, a base de clientes de banda larga aumentou 195%.

Os números apresentados pela associação informam que 28% das conexões no Brasil estão acima de 2 Mbps. A ampliação da velocidade de conexão foi maior na banda larga móvel, atingindo 78% no ano passado – a velocidade média do acesso via celular ou modem 3G já teria passado do patamar de 600 quilobits por segundo (Kbps) no fim de 2010.

Outro fator que contribuiu para expansão do acesso à internet, segundo a entidade, foi a meta assumida pelas concessionárias de telefonia fixa, por meio do Programa Banda Larga nas Escolas. Até o fim de 2010, as empresas tinham que conectar 57,6 mil instituições de ensino e, até dezembro de 2011, devem chegar a 62,7 mil escolas.

Com base nos dados preliminares do Censo 2010, a associação estima que 58 milhões de pessoas já possuam internet rápida em casa, com 17,4 milhões residências atendidas.

Fonte: Valor Online

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

TIM pretende dobrar cobertura 3G até o final do ano

Por Helton Posseti

Desde o chamado "relançamento" da TIM em fevereiro de 2009 a operadora vem se esforçando para melhorar a qualidade do serviço de voz e, consequentemente, a receita com ele. No segundo semestre, entretando, começam os investimentos mais direcionados aos serviços de terceira geração, que até então vinham sendo trabalhados em segundo plano. A cobertura de 3G, que hoje está em 144 cidades, deverá saltar para cerca de 300 cidades até o final do ano, informa o presidente da operadora Luca Luciani. O aumento da cobertura 3G da TIM deverá consumir cerca de um terço do investimento programado para o segundo semestre, de R$ 1,5 bilhão. Um terço do investimento ainda será realizado na rede de voz e mais um terço está previsto para as redes de transmissão. No primeiro trimestre do ano, a operadora investiu cerca de R$ 1 bilhão.

Paralelamente ao aumento da cobertura, a operadora lança novos planos para estimular o consumo dos serviços de dados. A banda larga móvel tem planos baseados em minutos desde o dia 20 de julho. Para o dia dos pais, a empresa programou um promoção que dará seis meses de internet ilimitada na compra de um smartphone. Outro produdo será a internet pré-paga pelo celular – produto que a diretoria da TIM desenhou para tirar os cunsumidores de baixa renda das Lan houses. Segundo Luciani, há famílias que deixam cerca de R$ 20 por mês nesses estabelecimentos.

Apesar dos investimentos em 3G se intensificarem no segundo semestre, Luciani faz uma ressalva: a participação da receita de dados na receita total, que hoje está em 11%, não chegará a 20% no curto prazo. O presidente da TIM tem um raciocínio bastante claro que explica a estratégia da companhia de não apressar-se em relação à terceira geração. Segundo ele, seria muito fácil fazer um overlay de 3G sobre a cobertura 2G. O problema é a ausência de redes de transmissão em diversas localidades remotas, de modo que, se a operadora tiver que construir rede própria, o pay back ficaria muito alongado. "Se 87% da nossa receita é voz, não faz sentido alocar todo o recurso em dados", resume ele.

Fonte: TELETIME News