Mostrando postagens com marcador tv paga. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tv paga. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

TV paga quer se autoregulamentar

A ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura) quer a expansão da TV paga, conforme declarou na segunda-feira, 1, o presidente da Associação, Alexandre Annemberg. Ele anunciou as novidades da feira e do congresso da entidade que acontecem semana que vem, na capital paulista.

Segundo Annemberg, as operadoras de TV paga podem ser grandes aliadas para a popularização da banda larga no Brasil junto ao PNBL (Plano Nacional de Banda Larga). A TV por assinatura promete bons resultados para 2011. Segundo a ABTA, o número cresce cerca de 19% ao ano desde 2006 e deve chegar aos 2,5 milhões de assinantes e R$ 14,6 bilhões de faturamento até o fim de 2011.

O faturamento bruto da TV paga dobrou, incluindo publicidade, de R$ 6 bilhões para R$12 bilhões. Logo, a geração de empregos diretos e indiretos aumentou; são 98 mil.
Mas a luta pela auto-regulamentação é outro desafio da ABTA. Como as empresas da TV fechada estão entre as primeiras em reclamação dos órgãos do governo, isso é visto com desconfiança. A associação quer independência em relação à Anatel e alega que as empresas que devem perceber o que o consumidor quer sem precisar cumprir regras de agências reguladoras.


Fonte: Adnews

terça-feira, 28 de junho de 2011

TV paga chega a 10,8 milhões de assinantes no país

Principal responsável pelo crescimento do número de assinantes de TV paga no país, a transmissão por satélite (DTH) passou a contar, em maio, com 5,41 milhões de clientes, ou 49,8% dos 10,87 milhões de consumidores desse serviço no país.

Como vem acontecendo nos últimos meses, o DTH foi responsável por 8 de cada 10 novos assinantes registrados em maio, mês em que a expansão do serviço no país, incluindo a prestação via cabo, teve adição líquida de 216,2 mil assinantes.

No conjunto dos cinco primeiros meses, a TV paga ampliou a base em 1,1 milhão de clientes – alta de 11,3% sobre o ano passado. Foi também o período em que o DTH se tornou a tecnologia mais utilizada – o cabo conta com 47,6% do mercado.

Em dezembro de 2010, os serviços de TV por assinatura via satélite representavam 45,8% do mercado nacional, enquanto os prestados via cabo 51% detinham participação de 51%.

Já os serviços prestados por MMDS (microondas) continuam a perder clientes – a queda em maio foi de 1,7% da base de assinantes. Ao longo do ano, o serviço perdeu cerca de 20 mil consumidores no país, contando hoje com 281,2 mil, ou 2,5% do mercado.

* Com informações da Anatel

Fonte: Convergência Digital

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Base de TV paga por satélite ultrapassa assinantes de TV a cabo pela primeira vez

Por Redação Teletime

O mercado de TV por assinatura cresceu mais 2,3% em abril e chegou a 10,657 milhões de assinantes. E em abril o DTH finalmente passou a tecnologia de cabo em base de assinantes. Desde o começo do ano, a TV paga via satélite cresceu 769,3 mil assinantes, contra 145,5 mil clientes das operadoras de TV a cabo no mesmo período. Somente em abril, foram 238,3 mil novos assinantes. Com isso, o DTH chegou a 49,2% do mercado, batendo 5,243 milhões de assinantes, enquanto o cabo, com 48,1% do mercado, registrou 5,126 milhões de assinantes, uma diferença de cerca de 118 mil no fechamento de abril.

O MMDS continua perdendo base e tem agora apemnas 2,7% de market share. Nos últimos cinco anos o serviço de TV paga cresceu 238,4%, saindo de 4,5 milhões em 2006 para os quase 10,7 milhões de domicílios atendidos em abril. Estimativa da Anatel indica que, hoje, 35,2 milhões de brasileiros tenham acesso à televisão paga, com base no número médio de pessoas por domicílio (3,3), do IBGE.

Fonte: Teletime

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Qualidade na TV paga inclui poder de mercado e reclamações sobre conteúdo

Por Luís Osvaldo Grossmann

A Anatel vai colocar em consulta pública uma proposta de regulamento sobre qualidade dos serviços de TV paga. Um conjunto de indicadores servirá como parâmetro para a avaliação dos serviços, como as reclamações sobre cobranças, atendimento ou falhas.

O novo regulamento prevê, no entanto, que serão computadas queixas relacionadas à programação. Apenas estarão excluídas dessas reclamações os conteúdos relativos aos canais obrigatórios, como as TVs Senado, Câmara e Justiça.

O texto que entrará em consulta antecipa o Plano Geral de Metas de Competição, ainda em elaboração pela Anatel, e já considera que haverá tratamento diferenciado para aquelas empresas de TV paga consideradas com Poder de Mercado Significativo.

Isso porque aquelas empresas sem PMS terão prazo maior – de até três anos – para atenderem os parâmetros de qualidade. Ou seja, haverá uma tolerância maior, pela agência, em relação ao cumprimento dos indicadores propostos.

A sugestão de regulamento ressalva, no entanto, que até a definição de quais empresas de TV paga possuem Poder de Mercado Significativo, todas receberão o tratamento de empresas sem PMS.

O texto com a proposta da Anatel para o novo regulamento de qualidade ficará em consulta pública por 30 dias. A agência também pretende realizar pelo menos uma audiência pública sobre o tema, em Brasília.

Fonte: Convergência Digital