segunda-feira, 14 de março de 2011
Google cria localizador de pessoas após terremoto no Japão
O Google criou um site com o intuito de auxiliar na obtenção de informações sobre as vítimas do terremoto no Japão. Nomeado Person Finder: 2011 Japan Earthquake, a página está disponível em japonês e inglês. É possível fazer buscas e cadastrar informações de pessoas.
Para buscas, é só clicar em “I´m looking for someone” e informar o nome da pessoa. Para saber mais informações, o usuário deve clicar em “I have information about someone”, escrever o nome e sobrenome de quem procura e as referências disponíveis. Cerca de 5100 registros já foram postados.
Fonte: AdNews
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
TV 3D de 103 polegadas começa a ser vendida no Japão
Redação Terra
A Panasonic começa a vender nesta quinta-feira sua primeira TV de plasma de 103 polegadas com recursos 3D. O modelo TH-P103MT2 é feito sob encomenda e não cabe em qualquer casa. Por conta do seu tamanho e instalação, a grande tela - que pesa 321 kg com a base - pode ter sua venda negada ao comprador.
Segundo a Panasonic, a casa do interessado precisa passar por uma inspeção preliminar para checar espaços e área segura de passagem do equipamento. A primeira TV de 103 polegadas da Panasonic foi lançada em 2008, e a fabricante chegou a vender algumas unidades no mercado brasileiro, também sob encomenda.
As configurações da TV 3D de 103 polegadas incluem resolução Full HD (1080p), contraste de 5.000.000:1, quatro portas HDMI e um par de óculos 3D (novos podem ser comprados à parte). O preço final do equipamento não foi divulgado.
Fonte: Terra
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Estudo aponta entrada de 800 milhões de asiáticos à classe média em 2030
Quase 800 milhões de asiáticos chegarão à classe média nos próximos 20 anos, o que garantirá o crescimento econômico dos países da região, segundo um estudo do BAD (Banco Asiático de Desenvolvimento) publicado nesta quinta-feira.
"A transição das 800 milhões de pessoas da pobreza para a classe média pode representar muitos desafios, mas abrirá também novas possibilidades sem precedentes para a região e o mundo", afirma o BAD no estudo "A alta da classe média na Ásia".
O informe, que analisa toda a região com exceção de Japão e Coreia do Sul, define um membro da classe média como qualquer indivíduo que consome entre US$ 2 e US$ 20 diários.
O maior aumento da classe média na Ásia é esperado nos dois países de maior população, China e Índia, que contarão cada um com mais de um bilhão de habitantes pertencentes a esta classe social em 2030.
A China é o país asiático que conseguiu tirar da pobreza o maior número de habitantes. Assim, 63% de sua população -- 817 milhões de pessoas -- tinham em 2008 renda de classe média.
A classe média indiana contava em 2008 com 274 milhões de habitantes, ou 25% da população, segundo o BAD.
Com essas mudanças sociais, a Ásia passará de "grande produtor mundial a grande consumidor mundial", prevê a economista-chefe do BAD, Jong-Wha Lee.
Fonte: Folha.com
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Economia do Japão desacelera no 2º trimestre e país é ultrapassado pela China
Por Hélio Barboza
TÓQUIO - O crescimento econômico do Japão desacelerou fortemente no segundo trimestre, ficando bem abaixo das expectativas. A estagnação do consumo e a queda das exportações pesaram sobre uma economia já embaraçada pela deflação e pela valorização do iene, limitando o Produto Interno Bruto (PIB) a um crescimento de apenas 0,4% no trimestre abril-junho, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo informou o Escritório do Gabinete de Governo.
A pausa no crescimento econômico pode intensificar a ansiedade com o fato de o Japão estar cedendo para a China, já neste ano, a posição de segunda maior economia do mundo, depois dos EUA. O PIB nominal do Japão caiu 0,9% no trimestre, ou 3,7% em bases anualizadas, para US$ 1,288 trilhão. O total ficou abaixo do PIB nominal da China, que somou US$ 1,337 trilhão no trimestre. O PIB trimestral nominal da China, em dólares, já havia superado o do Japão por duas vezes - no quarto trimestres de 2008 e de 2009 - embora o PIB nominal chinês de 2009 ainda tenha sido menor do que o do Japão (US$ 4,98 trilhões, ante US$ 5,07 trilhões). Os economistas afirmam, no entanto, que as atuais tendências de crescimento sugerem que a China pode ultrapassar o Japão neste ano.
O crescimento do Japão foi o menor em três trimestres, com um declínio acentuado na comparação com o porcentual revisado de 4,4% do trimestre janeiro-março. O resultado foi muito pior do que a mediana das previsões de 16 economistas consultados pela Dow Jones, que apontava para uma expansão de 2,3%. Em relação ao trimestre anterior, o PIB japonês cresceu 0,1%, depois de um aumento trimestral revisado de 1,1% nos primeiros três meses do ano.
Os dados se somam às preocupações, agora disseminadas, de que a frágil recuperação econômica do Japão possa estar perdendo impulso, na medida em que o crescimento de seus principais mercados de exportação também desacelera, e chegam no momento em que a China parece prestes a sobrepujar seu vizinho como a segunda maior economia do mundo.
Apesar da desaceleração, ainda parece improvável que o governo japonês se disponha a fazer mais para estimular o crescimento. O primeiro-ministro Naoto Kan fez da consolidação fiscal o seu principal objetivo. Isso significa que qualquer gasto adicional para impulsionar o crescimento deve ser limitado pelo esforço para reduzir a enorme dívida pública do país. Por essa razão, dizem os analistas, o verdadeiro teste para a economia japonesa será nos próximos meses, quando terminam os incentivos para os consumidores, bem como outros programas de estímulo, removendo o que tem sido um expediente crucial.
"A economia japonesa já entrou em pausa", disse Keisuke Tsumura, secretário parlamentar do Gabinete de Governo para a política econômica e fiscal. O ministro da Economia, Satoshi Arai, emitiu uma declaração mais otimista. "Não precisamos nos mexer imediatamente com base na situação atual", afirmou. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Estadão