sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Jornalistas gaúchos debatem cobertura esportiva

Os desafios do jornalismo esportivo no país do futebol estão na pauta do "Sala de Imprensa" desta semana. Apresentado por Jeison Silva o programa vai ao ar no domingo (30), às 18h, na TV Assembléia (canal 16 da NET). Participaram desta edição o narrador da Rádio Gaúcha José Aldo Pinheiro (foto); o especialista em Marketing Esportivo Fernando Trein e o repórter do Correio do Povo Carlos Corrêa.

Episódios polêmicos da imprensa gaúcha foram analisados durante a atração. Os limites da informação pública e privada permeou a discussão a partir do caso das "ovelhinhas", quando há alguns anos um celular ficou ligado durante uma reunião de dirigentes e acabou "vazando" para os jornalistas. A intervenção dos repórteres de campo durante uma confusão no Gre-Nal 373 também esteve na pauta.

Sala de Imprensa:
domingos, às 18h, na TV Assembléia (canal 16 da NET). Pela internet assista em www.al.rs.gov.br/tvassembleia. Blog: www.saladeimprensa16.blogspot.com Sugestões de pauta: saladeimprensa@al.rs.gov.br

Interior de São Paulo recebe TV digital

Após um ano da estréia na capital paulistana, o interior do Estado se prepara o lançamento das transmissões de TV Digital em Campinas, a 100 quilômetros de São Paulo.

De acordo com o IDGNow!, a retransmissora EPTV, afiliada à TV Globo,vai iniciar a transmissão de sua programação em alta definição na próxima quarta-feira (03/12), dias antes do primeiro aniversário do sistema brasileiro de TV Digital.

O sinal cobrirá toda a cidade de Campinas nessa primeira fase, mas a retransmissora admite ter planos de aumentar a cobertura para municípios vizinhos, como Valinhos, Hortolândia, Sumaré e Monte Mor.

Campinas é a sétima cidade brasileira a receber o sinal da TV Digital, após São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Goiânia, Curitiba e Porto Alegre. A estréia da TV Digital na cidade marca a entrada da tecnologia longe das capitais.

Em tempo: Pouco antes da EPTV anunciar a entrada da TV digital em Campinas, o canal gaúcho RBS confirmou que adiou por tempo indeterminado a entrada do sistema em Santa Catarina por causa das chuvas que devastaram o estado e já causaram 86 mortes.

Fonte: AdNews

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Chuvas em Santa Catarina atrasam início da TV digital em Florianópolis

O lançamento oficial do sinal de TV digital em Florianópolis, marcado para esta terça-feira (25), foi adiado por tempo indeterminado em razão das chuvas que atingem o Estado de Santa Catarina. O ministro Hélio Costa (Comunicações) iria assinar o termo que autoriza a operação.

De acordo com a RBS TV, que vai transmitir o sinal de TV digital, ainda não há um novo prazo para início do sistema, que no início terá cobertura apenas em Florianópolis, até ser chegar a outras regiões do Estado. O "Jornal do Almoço Especial", primeiro programa da emissora a ser transmitido com o sinal, iria ao ar nesta quarta-feira (26), mas foi adiado.

Florianópolis seria a sétima cidade a receber o sistema. Quase um ano após a inauguração da tecnologia no país, as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia, Curitiba e Porto Alegre recebem o sinal. A TV digital deve chegar a Salvador em dezembro.

Depois da assinatura do chamado termo de consignação, que permite o início dos testes, a emissora que assina o documento tem seis meses para apresentar ao ministério das comunicações o projeto de instalação do sistema.

As transmissões oficiais devem começar no máximo 18 meses após a aprovação do projeto. De acordo com o ministério das Comunicações, até agora todas as capitais que tiveram seus canais consignados se anteciparam a esses prazos em mais de um ano.

Fonte: Folha Online

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Brasil se rende ao Banco Mundial mais uma vez

por Bruno Lima Rocha*

A crise do sistema financeiro mundial atingiu o Brasil em cheio. Ao contrário dos opinólogos de plantão, não faço o elogio do acaso e das apostas. A crise acertou o país porque esta nação é governada por banqueiros, literalmente. O homem mais poderoso daqui é funcionário do Bank of America. Seu nome é Henrique Meirelles e tem uma sólida carreira ligada ao BankBoston. É presidente do Banco Central do Brasil (BC) e ganhou status de ministro porque estava sendo acusado por sua fortuna pessoal sem origem. Agora, apenas o Supremo Tribunal Federal (STF), nossa gloriosa Suprema Corte digna de livro de Bob Woodward e Scott Armstrong (“Por detrás da Suprema Corte”, Saraiva, 1985) pode julgá-lo.

Os fatos são diretos e falam por si só. O Brasil alega para a humanidade haver pagado sua dívida externa. O que devia para o Fundo Monetário Internacional (FMI) foi quitado. O grosso dos credores privados também. Mas, na frieza das LTNs (Letras do Tesouro Nacional) o que ocorreu foi uma troca da dívida externa pelo super-endividamento público como forma de acumulação do capital especulativo. A fusão e concentração bancária é fruto desse gênio do crime. Agora, com a corda no pescoço, com os cinco maiores bancos do país sendo proprietários de 86% das agências e terminais eletrônicos, resta ao governo pagar a conta do fim da liquidez.

Desta forma absurda, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai injetar mais R$ 12,5 bi de reais (cerca de US$ 6 bi de Usd) para garantir o fluxo de empréstimos para o “setor produtivo”. Assim, ao invés de obrigar a Banca a emprestar, rebaixar a taxa básica de juros (Selic) e impor uma porcentagem da carteira dos bancos privados a ser destinado para o financiamento do capital de giro subsidiado, o Estado vai repassar o boleto de pagamento para todos nós. A origem dos R$ 12,5 bi é igualmente sinistra. R$ 7,5 bi virão com mudanças nos compulsórios bancários. Ou seja, as reservas de depósitos obrigatórios, cada vez mais aliviadas, serão usadas para financiar o salvem-se quem puder. E, este montante sai do Estado, através do governo central, e não onera o caixa da Banca. Além disso, os restantes R$ 5 bi sairão de uma linha de crédito com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BIRD), empresa subsidiária do Grupo Banco Mundial. Ou seja, estamos nos REENDIVIDANDO para pagar a conta da farra das subprimes tupiniquins e nas apostas com o mercado futuro do dólar.

Para quem imagina que acabou o pesadelo vindo do “governo de esquerda que manda por direita”, a coisa é pior. O empréstimo do BIRD para a União saiu por medida provisória, ou seja, por decreto. Ao invés de decretar a taxação compulsória sobre a Banca, Lula decreta o re-endividamento do país. Tem mais. O Brasil garantiu uma linha especial junto ao Federal Reserve (Fed, Banco Central dos EUA) e ao FMI. A 11ª economia do mundo ganhou este presente como menino bem comportado. Isto foi fruto do bom comportamento em 2002 e em 2008, das operações de swap (troca de moeda) então comandadas pelo gerente de especulação de Soros e então presidente do BC Armínio Fraga e a repetição da roubalheira na forma reversa pelo sempre citado Mr. Meirelles. Hoje podemos trocar até US$ 30 bi (mais de R$69 bi de reais) e pedir um auxílio para o Fundo. Ou seja, o prêmio pelas tenebrosas transações de swap e a obediência aos “fundamentos da economia neoliberal anti-econômica” é deitar nos braços da morte outra vez.

Após 13 anos de “austeridade monetarista” descobre-se o óbvio. Fruto das políticas vende-pátria, o país abriu mão de reservas estratégicas – como o minério de ferro privatizado – para tornar-se uma plataforma de exportação de bens primários. Agora os financistas reinventam a roda, financiando com crédito externo a mentalidade criminosa de quem atirou 4/5 da economia produtiva e de mercado aberto operando no Brasil à farra da jogatina de derivativos e mercado futuro. A exuberância irracional tupiniquim termina de modo melancólico tal como um cocainômano da Bolsa de Valores ou o alcoólatra do meio artísitico, viciado em bebida destilada escocesa ou russa. Perdem a família, trabalho, e bens, mas não perdem a pose e a falta de vergonha na cara!

*Bruno Lima Rocha é jornalista e cientista político, editor do portal Estratégia e Análise. E-mail: blimarocha@gmail.com.

Fonte: Estratégia e Análise

Forum SBTVD tem novo conselho deliberativo

O Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital - SBTVD, elegeu e empossou por unanimidade de votos seu novo conselho deliberativo. Frederico Nogueira, vice-presidente do Grupo Bandeirantes, assume como novo presidente em mandato de dois anos, tendo Roberto Barbieri, diretor técnico da SempToshiba, como vice. Segundo a entidade, o principal destaque da agenda nos próximos meses é a definição do middleware.

O conselho deliberativo, que conta com 13 membros representantes dos setores de recepção, radiodifusão, software, transmissão e universidade é formado por: Almir Ferreira da Silva (Telavo); Carlos Fructuoso (Linear), Carlos Goya (Sony); David Britto (Quality Software); Dilson Suplicy Funaro (LG), Fernando Bittencourt (TV Globo), Guido Lemos (UFBP); José Marcelo do Amaral (Rede Record); Marcelo Knörich Zuffo (USP), Roberto Franco (SBT); e Walter Duran (Philips).

Fonte: PAY-TV